Andrea Galasso fala sobre lançamento do Freelander 2

Veja a íntegra da entrevista de Andréa Galasso para o “Tempos & Movimentos”

T&M – Como surgiu a ideia de lançar o veículo com um evento em dunas?

Andrea – O Freelander tem como característica central a aventura ligada à sofisticação. Tínhamos que fazer as pessoas provarem e também tínhamos que oferecer a personalização e o luxo. Era preciso oferecer uma experiência de forma concreta.

T&M – Daí os Glampings?

Andrea – Sim! Não podíamos entrar no mérito de rústico somente. Esse é o conceito do veículo. Então, montamos uma estrutura de hotel 5 estrelas…Claro que dentro da situação. Produzimos no meio do nada, mas este nada foi sofisticado!

T&M – O evento teve início em Natal. Como foi a dinâmica da ação?

Andrea – Dividimos em três ondas. Sendo um grupo de jornalistas especializados, umclientes especiais e outro de concessionários exclusivos marca, com em média 30 a 40 pessoas por grupo. Eles ficaram primeiro hospedados em Natal, depois no dia seguinte, já orientados sobre o trajeto, iniciaram o test drive.

T&M – E este trajeto, como foi definido?

Andrea – Definimos de forma que todas as características do carro fossem exploradas em 150 km. Então, o piloto e o co-piloto, que depois trocavam de posições, experimentaram dirigir no asfalto, na terra, na lama, em dunas, areias… Enfim, em um estrada super rústica.

T&M – Eles já sabiam o que teria no final?

Andrea – Sabiam apenas que teríamos um ponto de encontro. Mas você imagina, dirigiram até o meio da tarde, com paisagens deslumbrantes, mas numa rota difícil… Todos estavam cansados e se viram no meio do nada. A cidade mais próxima estava a 50 km do ponto final.

T&M – Como foi essa surpresa?

Andrea – O acampamento foi montado de forma que nesse ponto final eles não conseguiam ver, tinha uma elevação. Só depois, é que conseguiam avistar o vale com toda a montagem.

T&M – Como vocês ambientaram o evento no “meio do nada”?

Andrea – Contamos com a parceria com o designer Beto Von Poser e a cenografia foi criada com objetos culturais da região, mas sempre com o foco de transmitir sofisticação. Os glampings eram como barracas, mas tinham colchão, mobília, luminária… até chuveiro quente! Na área do jantar, montamos toda a estrutura de um restaurante à luz de vela, com direito a comidas regionais à beira da lareira e música. A ideia era oferecer toda a mordomia possível e imaginária!

T&M – Foi preciso autorização, já que uma área é de preservação ambiental?

Andrea – Sim, e acima disso assumimos o compromisso de deixar o local do mesmo jeito que encontramos. Tivemos todo um cuidado com a produção, montagem e desmontagem.

T&M – Na prática, o que foi feito para deixar do mesmo jeito?

Andrea – Vou te dar um exemplo: toda a água utilizada passou por um processo de filtragem por três vezes para depois retornar para a natureza.

T&M – Como foi produzir um evento como esse?

Andrea – Sempre falamos que é como uma gincana de 1 mês… É sempre uma loucura, mas sempre inovador. Um case nacional que merece, sem dúvida alguma, destaque na Tempos & Movimentos!

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