Invasão Corinthiana

Rumo ao Japão, havia teorias de como os corinthianos se comportariam no Japão, foram criados guias de boa conduta, a preocupação com o choque cultural e o desrespeito perante a cultura nipônica eram grandes. Diziam que os corithianos viriam em massa, que gritariam “Vai, Corinthians!” em lugares públicos, que beberiam cerveja a todo instante, que falariam alto, fariam batucada, que andariam uniformizados, que nos templos fariam pedidos aos Deuses pela vitória do Timão, que olhariam para as japonesas produzidas e fariam insinuações, que na balada pediriam música brasileira e começariam a cantar o hino do time, que no avião tocariam pandeiro e bateriam palmas na decolagem e pouso e que andariam uniformizados o tempo todo. E foi isso que aconteceu.

Mas o que nao disseram é que os japoneses nos receberiam de braços abertos. Que mesmo sem falar uma palavra de inglês, não negariam um pedido de ajuda e que não descansariam até encontrarem a resposta. Que até na hora de pedir silêncio, o fariam com um sorriso no rosto e na tentativa de colocar ordem no momento de euforia, o fariam de forma amigável. Que sim, existe um choque cultural, mas que alegria e celebração são estados de espírito universais que dispensam traduções. Que o “Vai, Corinthians” esteve na boca dos japoneses. Que ao verem um brasileiro, primeiro o cumprimentam com o grito e depois pediriam para tirar foto abraçados no meio do bando de loucos.

Os corintianos invadiram (invadimos), causaram (causamos), mas com certeza não são apenas os corinthianos que voltaram para o Brasil com muita história para contar, os japoneses também viveram dias únicos.

Arigatô aos anfitriões!

Por: Tati W.

Foto: Torcedores durante treino aberto no Wave Stadium em Nagoya (Folha de SP).

Rumo ao Japão, haviam teorias de como os corithianos se comportariam no Japão, foram criados guias de boa conduta, a preocupação com o choque cultural e o desrespeito perante a cultura nipônica eram grandes. Diziam que os corithianos viriam em massa, que gritariam “Vai Corinthia!” em lugares públicos, que beberiam cerveja a todo instante, que falariam alto, fariam batucada, que andariam uniformizados, que nos templos fariam pedidos aos deuses pela vitoria do timão, que olhariam para as japonesas produzidas e fariam insinuações, que na balada pediriam música brasileira e começariam a cantar o hino do time, que no avião tocariam pandeiro e bateriam palmas na decolagem e pouso e que andariam uniformizados o tempo todo. E foi isso que aconteceu…

Mas o que nao disseram é que os japoneses nos receberiam de braços abertos, que mesmo sem falar uma palavra de inglês não negariam um pedido de ajuda e que não descansariam até encontrarem a resposta, que até na hora de pedir silencio o fariam com um sorriso no rosto e na tentativa de colocar ordem no momento de euforia, o fariam de forma amigável. Que sim existe um choque cultural mas que alegria e celebração são estados de espirito universais que dispensam traduções. Que o “vai Corinthia” esteve na boca dos japoneses que ao verem um brasileiro primeiro o cumprimentam com o grito e depois pedem para tirar foto abraçados no meio do bando de loucos.

Os corinthianos invadiram (invadimos), causaram (causamos), mas com certeza não são apenas os corinthianos que voltaram para o Brasil com muita história para contar, os Japoneses também viveram dias únicos.

Arigatô aos anfitriões!

Foto: Torcedores durante treino aberto no Wave Stadium em Nagoya (Folha de SP)

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