O Conarh visto de dentro

Reginaldo Scali é quem sabe todos os segredos de produção e eventos no BE. Divertido e rápido, ele conta sobre o desafio de mudar e revolucionar o formato na versão 2011 do Conarh.

Mudar essa cara de “todo dia” que o Conarh tinha para algo novo e incluir os participantes para que o conteúdo fosse o melhor dos últimos anos, esse é o objetivo de Reginaldo. Falando em conteúdo, está muito bom, muito interessante e relevante para todos os profissionais. Confira a entrevista completa com o proutos:

Pré-evento

Reginaldo Scali: Tive uma grata surpresa cuidando do CAEX (Centro de Atendimento ao Expositor) com uma equipe muito boa. É a primeira vez que eles trabalham comigo (Bruno, Gabriel e o Ralf). Para cuidar e viabilizar o evento, montamos uma equipe de telemarketing inédita para comercializar convites para congressistas com base no mailing do último Congresso. Foi um trabalho bem árduo, mas conseguimos um bom resultado.

Evento

Reginaldo Scali: Praticamente nos ‘internamos’ aqui na sexta-feira, dia 12/08, e estamos aqui até agora. É uma adrenalina muito legal. Adoro o que eu faço. Tem nervosismo de monte, stress de monte, frio na barriga de monte! Cuidamos de todos os nossos expositores de perto, viabilizando as ideias deles.

Cuidar dos expositores não é fácil. Tem alguns sem muita consideração, acham que podem tudo e procuram o nosso cliente, por isso temos que engolir alguns sapos. Isso desfalca o que estamos acostumados a fazer. Lógico que quando temos tudo na mão é mais fácil e quando há intervenções dificulta bastante. Mas não deixa de ser prazeroso.

A relação com os clientes é muito boa. Sempre me deram suporte para o que eu precisava e eu sempre entreguei meu suporte pra eles também. Espero que esses 3 dias saiam como a gente programou que aconteça: um evento muito bonito.

No Backstage

Ficar aqui desde sexta-feira é o menor dos nossos problemas pois estamos nesse projeto desde dezembro. Desde inscrições e suas metas, mesmo com pessoas deixando pra ultima hora, explicamos para os expositores e tentamos fechar todas as necessidades dia 19 de julho, mas é impossível. Recebemos requisições até hoje. É aprender a ter jogo de cintura e lidar com isso tudo. O negócio é conhecer o projeto e aprender com ele. A família é sempre unida. As vezes há stress e tudo mais, mas nada que um pedido de desculpas não resolva.

São pessoas certas nos lugares certos para que desenvolva da melhor forma Possível. É muito gostoso no final olhar para esse evento e ver como está.

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