Vai de retro, retroplan

Execrado por planners, questionado pelos criativos e adorado por algumas outras áreas, o retroplan é muito mais comum do que se assume e muito menos polêmico do que se diz por aí.
A discussão passa por várias instancias, desde a ética até o que veio primeiro, o plano ou a planilha?

O planejamento como disciplina é novo e ainda está em formação, principalmente nas agências especializadas em ativação ou marketing promocional e ainda estamos na adolescência da profissão, amadurecendo sim, mas a passos largos e muitas vezes ansiosos.

A idéia é genial? Precisamos de uma defesa? O planejamento entra com uma ‘defesinha mirabolante’ e uma ‘introdução impactante’.

Como bom adolescente, o planejamento e o seu papel (tema favorito de todas as últimas Conferências do GP) estão no divã e a discussão em torno de: até que ponto o planejamento é relevante, se ppt bonito é planejamento e o que realmente faz um planner colocam em cheque a área todos os dias úteis e inúteis da semana.

Mas porque mesmo?

Quer a minha humilde opinião (se não quisesse não teria começado a ler este post) por que temos uma necessidade incontrolável de saber os porques, aí vem de novo a vontade adolescente de encontrar razão pra tudo. Um planner literalmente paga pra entrar numa discussão e provocar até o fim uma não-conclusão e dessas discussões em que concebemos os insights incríveis e as idéias que podem até ganhar prêmio, mas que antes disso geram resultado (e viva o lado da linha que é mensurável).

Retroplan? Sim ele acontece e a gente detesta! Mas somos adolescentes em formação e porque não, só por hoje, parar a discussão pra embasar antes de começar a definir o tático ou a viabilidade e pesquisar antes do primeiro insight do brainstorm?
Chega de DR, vamos trabalhar e mostrar na prática a relevância do planejamento dando show na concorrência e não no cafezinho da esquina.

DR: Discussão de Relação

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